segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Agenda de Hoje - 01/09/2014


8h00 - BRA: IPC-Semanal - 4ª quadrissemana (FGV) / 8h30 - BRA: Pesquisa Focus (Bacen) / 11h00 - BRA: Balança Comercial - Agosto (MDIC).

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Flash Mercado - 29/08/2014

Desempenho do PIB brasileiro
por Julio Hegedus, economista-chefe
Veio sem surpresas o desempenho do PIB no segundo trimestre deste ano, com retração de 0,6% contra o anterior e 0,9% contra o mesmo do ano passado. No ano, o crescimento foi de 0,5% e em 12 meses, de 1,4%. No primeiro trimestre deste ano, houve revisão do PIB, que passou de 0,2% para -0,2%. Com isto, tecnicamente estas duas taxas negativas configuraram um quadro de recessão, mas muitos como a FGV e alguns grandes bancos privados preferem chamar de estagnação. Analisemos então, com mais profundidade, os indicadores do PIB e possíveis perspectivas para este ano e o próximo.

Pelo lado da oferta. O maior tombo coube ao PIB industrial, recuando 1,5% contra o trimestre anterior e 3,4% contra o mesmo do ano passado. Por subsetores, a Construção Civil registrou o pior desempenho, recuando 2,9% e 8,7%, respectivamente, seguida pela Indústria de Transformação, recuando 2,4% e 5,5%. O PIB agropecuário sustentou um pouco o PIB, crescendo 0,2% contra o trimestre anterior e se mantendo estável contra o mesmo do ano passado, em decorrência da boa safra deste ano (quantidade produzida de soja aumentou 6%, de Mandioca 10,4% e de arroz 4,4%). Já o PIB de serviços, geralmente imune às fortes oscilações, acusou o golpe da economia parada e recuou 0,5% contra o trimestre anterior, mesmo crescendo 0,2% contra o mesmo tri do ano passado.

Pelo lado da demanda - O pior desempenho ficou com a Formação Bruta de Capital Fixo recuando 5,3% contra o primeiro trimestre e 11,2% contra o mesmo do ano passado. Já o Consumo das Famílias avançou 0,3% e 1,2%, respectivamente, decorrente da massa salarial crescente em 4,3% e o saldo de operações de crédito (6,0%). Pelo lado dos investimentos, reforçamos o quadro de estagnação da economia, com os empresários adiando suas decisões de investimento, guardando o animal spirit, dadas as incertezas regulatórias e institucionais, além da proximidade das eleições. No caso do consumo, segundo a CNC, 60% das famílias estão com alto endividamento, comprometendo 30% das suas rendas com dívidas. Mesmo assim, o desemprego em patamar baixo e a renda preservada de certa forma serviram para manter o consumo em alta no primeiro semestre de 2014. Sobre os investimentos, neste contexto de engavetamento de projetos, a taxa foi a 16,5% do PIB neste segundo trimestre, depois de registrar 18,3% ao final de 2013, e deve se manter estagnada neste ano. 

Perspectivas para este ano e o próximo - É possível que o PIB do terceiro trimestre ainda venha fraco, embora um pouco melhor do que no segundo, dada a sazonalidade do período. Ao fim deste ano, estamos prevendo o crescimento entre 0,6% e 0,8%, com o Consumo das Famílias, maior peso no PIB (60%), melhorando suavemente e a Taxa de Investimentos parada, dada a poupança ainda insuficiente, fechando em torno de 16,5% do PIB. Para 2015, ano de ajustes, é possível o PIB crescendo menos de 1,0%. Importante salientar, no entanto, que caso haja um forte programa de reformas, é possível uma reversão de expectativas e a retomada da economia mais cedo do que se imagina, talvez ao fim de 2015. 

EUA:
Índice de Confiança de Michigan
por Adilson Silva
A Universidade de Michigan informou que o resultado final do Índice de Confiança (IC) do consumidor da região ficou em 82,5 pontos em agosto, acima da expectativa média do mercado, que indicava 80,0 pontos. Houve aumento em relação à divulgação preliminar do indicador, que apontava 79,2 pontos.

O índice da situação atual, que compõe o IC, passou de 97,4 pontos, na leitura final de julho, para 99,8 pontos. Já o índice das expectativas recuou de 71,8 para 71,3 pontos, na mesma base de comparação.

PMI de Chicago em agosto
por Adilson Silva
A Chicago Purchasing Managers Association informou que o Índice de Atividade Industrial (PMI) da região avançou de 52,6 pontos em julho, para 64,3 pontos em agosto. O indicador ficou bem acima da expectativa média do mercado, que apontava para 54,8 pontos.

Gastos com consumo pessoal nos EUA
por Adilson Silva
O Federal Reserve informou que o  índice de preços dos gastos com consumo pessoal (PCE) avançou 0,2% em julho ante junho. Já o núcleo do indicador apresentou avanço de 0,1%, igualando-se a expectativa. Em relação a julho do ano passado, o índice de preços do PCE subiu 1,6%.





Fechamento dos Mercados








Índice
Cotação
Variação%








Ibovespa
61.313
1,69%








Dow Jones
17.067
-0,07%








Nasdaq
4.572
0,32%



















Maiores Altas Ibovespa








Ativo
Cotação
Variação%








VIVT4
47,62
8,54%








CSAN3
46,54
4,70%








BBAS3
34,76
4,50%








BBDC4
41,14
3,23%








EVEN3
6,79
3,03%



















Maiores Baixas Ibovespa








Ativo
Cotação
Variação%








JBSS3
10,12
-3,25%








MMXM3
0,79
-2,46%








SUZB5
8,74
-2,34%








KLBN11
11,3
-1,90%








ELPL4
10,24
-1,82%








fonte: site Onde Investir






Dólar:
O dólar comercial opera com alta de 0,12%, cotado na venda a R$ 2,242.


Fonte: Onde Investir by Lopes Filho
Atendimento Souza Barros – São Paulo
(11)3292-6900 / 0800 77 123 00

Boletim Diário - 29/08/2014

Agenda
Na sexta-feira teremos a divulgação da prévia do PIB do 2º trimestre pelo IBGE, onde se espera a queda de 0,50% em relação ao 1º trimestre. Haverá também o Bacen anunciando os dados da política fiscal de julho. Nos EUA sairá o total da renda e gasto pessoal de julho, o índice de preços dos gastos com consumo (PCE) no mesmo mês, o índice de confiança Michigan de julho e o Índice de Atividade Industrial (Chicago) de agosto.

Fechamento 28/08
Após três dias de alta o Ibovespa fechou com baixa 1,05 aos 60.305 pontos, as atenções ficaram novamente com as empresas de telecomunicações, que viveram um noticiário bastante agitado - o que se refletiu nas ações de Tim, Telefônica e Oi.





Fechamento dos Mercados








Índice
Cotação
Variação%








Ibovespa
60.305
-1,05%








Dow Jones
17.079
-0,25%








Nasdaq
4.557
-0,26%



















Maiores Altas Ibovespa








Ativo
Cotação
Variação%








MRFG3
7,55
3,42%








HGTX3
27,57
1,73%








CSAN3
44,45
1,13%








MRVE3
9,04
1,11%








BBAS3
33,26
1,09%



















Maiores Baixas Ibovespa








Ativo
Cotação
Variação%








MMXM3
0,81
-5,81%








CSNA3
9,96
-5,14%








GOAU4
15,5
-5,02%








GGBR4
12,86
-4,74%








BRAP4
20,36
-4,59%








fonte: site Onde Investir






Dólar
O dólar fechou em baixa de 0,28%, cotado na venda a R$2,239.


Fonte: Onde Investir by Lopes Filho / Infomoney.
Atendimento Souza Barros - São Paulo
(11) 3292-6900 / 0800 77 123 00



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