sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Boletim Diário - 21/11/2014

Agenda
Nesta quinta-feira, dia em que a BM&F Bovespa não operará por conta do feriado do dia da Consciência Negra, sairão apenas os dados dos EUA. Por lá serão divulgados os pedidos de seguro-desemprego na semana até 15/novembro, a população recebendo seguro-desemprego na semana até 08/novembro, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de outubro, as vendas de imóveis usados no mesmo mês, o Índice de Produção do Fed da Filadélfia em novembro e o Índice dos Indicadores Antecedentes de outubro.

Fechamento 19/11
Na sessão desta quarta-feira, os mercados internacionais não apresentaram tendência comum, com a política econômica no Reino Unido e EUA no foco dos investidores. Por aqui, as especulações sobre a nova equipe econômica para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff esteve no foco dos investidores. Com isso, o Ibovespa avançou 2,58%, para 53.403 pontos.





Fechamento dos Mercados








Índice
Cotação
Variação%








Ibovespa
53.403
2,58%








Dow Jones
17.719
0,19%








Nasdaq
4.701
0,56%



















Maiores Altas Ibovespa








Ativo
Cotação
Variação%








OIBR4
1,41
8,46%








ELET3
5,69
8,17%








GFSA3
2,4
7,14%








ECOR3
10,51
6,81%








MRFG3
5,89
6,13%



















Maiores Baixas Ibovespa








Ativo
Cotação
Variação%








CSNA3
6,38
-3,92%








BRPR3
10,43
-2,71%








PCAR4
103,78
-1,54%








EMBR3
24,52
-1,05%








SUZB5
11,02
-0,99%








fonte: site Onde Investir






Dólar
O dólar fechou em baixa de 0,56%, cotado na venda a R$2,576.


Fonte: Onde Investir by Lopes Filho.
Atendimento Souza Barros - São Paulo
(11) 3292-6900 / 0800 77 123 00


Carteira Ibovespa - Fechamento de 19 de Novembro de 2014

Veja abaixo os preços de abertura, máximo, mínimo e fechamento de cada ação pertencente à carteira teórica do índice Ibovespa. Confira também as respectivas variações: diária, semanal, mensal, anual e 12 meses.

Agenda de Hoje - 21/11/2014


11h30 - EUA: Pedido de seguro-desemprego (15/nov) / 11h30 - EUA: População recebendo seguro-desemprego (08/nov) / 11h30 - EUA: Índice de Preços ao Consumidor (CPI) - Out / 11h30 - EUA: Núcleo de Índice de Preços ao Consumidor - Out / 13h00 - EUA: Vendas de Imóveis Usados - Out / 13h00 - EUA: Índice de Produção do Fed da Filadélfia - Nov / 13h00 - EUA: Índice dos Indicadores Antecedentes - Out.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Flash Mercado - 19/11/2014

IPCA-15 de novembro
por Julio Hegedus, economista-chefe
O IPCA-15 de novembro, uma espécie de prévia do índice cheio, veio abaixo das estimativas do mercado, registrando 0,38%, contra 0,48% em outubro. Com isto, no ano o índice do IBGE acumula 5,63% e, em 12 meses, 6,42%.

No desempenho por grupos, as maiores quedas ocorreram pelo lado da Habitação (0,8% para 0,56%), Alimentação e bebidas (0,69% para 0,56%), Vestuário (0,7% para 0,42%), Transportes (0,25% para 0,20%), Despesas Pessoais (0,4% para 0,37%) e Comunicação (0% para -0,21%). Nas maiores altas, Artigos de Residência (0,13% para 0,31%) e Educação (0,08% para 0,18%).

Nossa opinião: Com este desempenho mais fraco do IPCA-15 é possível que o índice cheio feche novembro em torno de 0,5/0,55%, principalmente, pelo fato da economia estar paralisada. Isto já se reflete na menor variação de preços, geralmente mais pressionados nesta época do ano, como vestuário e alimentação fora do domicílio. No primeiro, a alta foi de 0,42%, quando se esperava 0,7%, no segundo, de 0,4%, quando se esperava 0,65%. Além destes, gasolina aumentou apenas 0,68%, quando se esperava 1,0% e passagens aéreas recuaram 2,35%, quando se esperava alta de 12%. Reflexo disto, a média dos núcleos recuou ainda mais, passando de 0,50% para 0,35% e o índice de difusão desacelerou, de 64,9% para 60,3%.

Neste cenário, continuamos acreditando em mais uma rodada de elevação de juro na reunião do Copom, dia 2/12, em 0,25 ponto percentual, para fechar o ano em 11,5%. Importante, no entanto, estar atento às várias pressões localizadas em dezembro, como alimentação, passagens aéreas e serviços, sem esquecer a depreciação cambial (nesta semana, o dólar passou de R$ 2,60). No último mês do ano, o índice do IBGE deve ficar próximo a 0,65/0,7%. 

IGP-M, segunda prévia de novembro
por Julio Hegedus, economista-chefe
O IGP-M se manteve pressionado na segunda prévia de novembro, registrando 0,72%, contra 0,13% na mesma prévia de outubro. No ano, este índice acumula 2,79% e, em 12 meses, 3,40%.

O IPA passou de 0,03% para 0,93%. O IPA Agrícola foi destaque passando de 0,47% para 2,44% e o IPA Industrial registrou 0,38%, depois de 0,13% em outubro. Segundo Estágio de Processamento, que visualiza a transmissão dos preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais subiram 0,41% contra 0,31% na segunda prévia de outubro; os bens intermediários subiram 0,93%, depois de recuarem 0,12%, e as matérias primas brutas passaram de -0,12% para 1,56%. Todas estas altas foram geradas pelo efeito do câmbio depreciado ao longo desta cadeia produtiva. 

O IPC passou de 0,4% para 0,43%. Neste, cinco das oito classes aceleraram, com destaque para Educação, Leitura e Recreação (-0,31% para 0,4%), puxada por passagens aéreas, que avançaram 3,3% em novembro, depois de recuarem 14,8% na segunda prévia de outubro. As demais classes que mostraram avanço foram: Habitação (0,4% para 0,53%), Despesas Diversas (0,12% para 0,24%), Vestuário (0,7% para 0,73%) e Transportes (0,29% para 0,31%). Na direção contrária tivemos Alimentação (0,55% para 0,4%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,53% para 0,45%) e Comunicação (0,68% para 0,31%). 

Nossa opinião: Acreditamos que estes índices da FGV, mais sensíveis ao câmbio e a possíveis choques agrícolas, devem se manter pressionados até o final do ano. O reajuste da gasolina e de energia elétrica também deve contribuir para isto.

EUA:
Pedidos de hipotecas avançam
por Thiago Garcia
A Associação de Bancos Hipotecários (MBA, na sigla em inglês) informou que os pedidos de empréstimos imobiliários avançaram 4,9% na semana encerrada em 15 de novembro, ante recuo de 0,9% na semana anterior, na série com ajuste sazonal.

Imóveis em construção
por Adilson Silva
De acordo com o Departamento de comércio dos EUA as construções de moradias no país tiveram queda de 2,8% em outubro ante setembro, para a taxa anual sazonalmente ajustada de 1,009 milhão. Esperava-se que o dado atingisse 1,025 milhão.

Enquanto isso, as permissões para novas obras subiram 4,8% para a taxa anual sazonalmente ajustada de 1,018 milhão em outubro, enquanto era esperado 1,040 milhão para o mês.

Europa:
Fechamento dos mercados da Europa
por Adilson Silva
As principais bolsas europeias fecharam sem direção comum nesta quarta-feira, com os investidores no aguardo da divulgação da ata do Fomc. Os ativos das mineradoras da região apresentaram perdas, diante de mais um recuo no preço do minério de ferro.

Os agentes dos mercados ainda ficaram atentos a Ata do Comitê de Política Monetária do banco central britânico apontou que dois membros do Banco da Inglaterra votaram novamente pelo aumento nas taxas de juros em novembro. No entanto, a maioria do colegiado optou por  manter as taxas de juro no recorde em 0,5%, dadas as fracas perspectivas para a inflação.





Fechamento dos Mercados








Índice
Cotação
Variação%








Ibovespa
52.512
0,86%








Dow Jones
17.672
-0,08%








Nasdaq
4.682
-0,43%



















Maiores Altas Ibovespa








Ativo
Cotação
Variação%








OIBR4
1,39
6,92%








ELET3
5,62
6,65%








MRFG3
5,82
4,86%








GFSA3
2,34
4,46%








BBAS3
27,04
4,00%



















Maiores Baixas Ibovespa








Ativo
Cotação
Variação%








CSNA3
6,34
-4,51%








BRPR3
10,34
-3,54%








PCAR4
103,77
-1,54%








EMBR3
24,39
-1,53%








FIBR3
31,11
-1,42%








fonte: site Onde Investir






Dólar:
O dólar comercial opera com baixa de 0,30%, cotado na venda a R$ 2,583.


Fonte: Onde Investir by Lopes Filho
Atendimento Souza Barros – São Paulo
(11)3292-6900 / 0800 77 123 00

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